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Construção, mercado imobiliário e Economia |
Construção 2009: crescimento menor e melhor
Representantes do segmento no país avaliaram a crise econômica e suas conseqüências na construção brasileira. E elas não serão drásticas como alguns apontam.
Nesses tempos de crise, o imóvel volta a ser encarado como um investimento que alia rentabilidade e segurança. Há uma demanda forte por imóveis para aluguel, o que representa uma oportunidade de ganhar dinheiro. Na opinião de José Roberto Federighi, vice-presidente de locação do Secovi-SP, tudo indica que em 2009 as locações terão ganho superior aos principais indicadores de preços.
Se por um lado o mercado prevê queda nos lançamentos, por outro, aposta em uma maior racionalização do negócio. Vai focar em empreendimentos com maior valor agregado e preço bom, em regiões onde a demanda é sentida. Tudo isso significa venda segura – em uma única palavra, liquidez. “Os imóveis enquadrados no sistema de financiamento de habitação têm maior liquidez”, analisa Armin Lederer, proprietário da Bule Engenharia. E ainda, “os imóveis de alto padrão também têm mercado, pois uma parte da sociedade tem procurado investir em ativos imobiliários para garantir os rendimentos de suas aplicações”, acrescenta.
Fachadas de residências com estilo próprio
Projetos com características peculiares ou feitos sob medida de acordo com a personalidade do proprietário.
Moderno, clássico, rústico, colonial, neoclássico. Apesar de tantos estilos arquitetônicos, às vezes não conseguimos nos encontrar em um só. Então surgem os projetos com pitadas de cada um deles ou, ainda, com um caráter único – o jeito de ser de seu dono ou de seu criador. São tantas as opções de fachadas que possuem características muito particulares, que selecionamos algumas para você. Encontre aqui ideias que tornam o projeto de sua casa marcante.
Proteja a sua casa do sol
Em excesso, os raios solares causam danos na moradia: estragam piso de madeira, desbotam os tecidos e deixam os ambientes insalubres. Toldos e persianas são grandes aliados.
Expostos ao sol do verão, os tecidos ficam com sua cor alterada. Assim, sofás, almofadas e tapetes desbotam. Isso sem falar do estrago na madeira e da sensação de abafamento dos ambientes. Para garantir a entrada da luz com moderação, lance mão de toldos, persianas e telas. Confira as sugestões.
Toldos inteligentes
O ideal é tirar proveito do solzinho brando logo cedo e lançar mão de coberturas retráteis para moderar a luz quando os raios começam a aquecer de verdade, por volta das 11 horas. A cor do toldo, material e suas medidas devem ser discutidos com o técnico da empresa fornecedora. Os tecidos 100% algodão e as telas termoscreen são os mais recomendados. Já as lonas de PVC ou vinil aceitam tomar chuva. As casas expostas às correntes de vento precisam investir numa estrutura reforçada, como ferro, latão, alumínio ou aço inox.
Persianas práticas e eficientes
Verticais ou horizontais, essas cortinas compactas também são boas pedidas quando a intenção é barrar o sol, ainda mais se o prédio ou a fachada da casa não permitem a instalação de toldos. Produzidos de palha, seda, juta, bambu, algodão, alumínio, madeira ou PVC, os modelos geralmente apostam nos formatos de lâminas, rolôs, celulares ou plissados.
Telas diminuem a passagem da luz
Outra boa opção são as telas solares, nas versões rolo e romana. Elas controlam o calor e filtram os raios UV sem impedir a entrada de luz natural e tampouco esconder a paisagem.
Como encontrar sua persiana
Modelos de madeira, bambu e fibras naturais trazem aconchego para sala e quarto. No entanto, são avessos ao contato com a água, com o vapor e à limpeza constante. Ou seja, não combinam com banheiro, cozinha e casa de praia. Por isso, em ambientes úmidos, dê preferência aos materiais sintéticos (PVC, poliéster, fibras artificiais e alumínio). Para todos há um lembrete: o vento intenso machuca a peça. Se não deseja vê-la torta ou amassada, fique atento ao deixar os vidros abertos.
Mercado Imobiliário
Informe Publicitário
Dentro de um cenário competitivo e de mudanças constantes, fatores estes que exigem que as empresas estejam atentas e dispostas a participar de um universo mercadológico que se movimenta de forma dinâmica e rápida, o Grupo Spengler - hoje formado pela representação das marcas Volkswagen Automóveis (Santa Cruz do Sul/Cachoeira do Sul-RS), Honda Motos (Alegrete/Uruguaiana-RS), Postos BR-Petrobras (Santa Cruz do Sul-RS) e Consórcio Spengler (Rio Grande do Sul/Santa Catarina) -, acreditando no desenvolvimento regional e agindo de maneira forte na construção de sua responsabilidade social e empresarial, contratou para seus quadros de colaboradores Cláudio Roberto Ferst. O profissional vai ocupar a gerência executiva do Consórcio Spengler, tendo larga experiência no setor automotivo nacional, com passagem pela Honda Motors e, recentemente, pela Volkswagen do Brasil, organização na qual ocupou cargos gerenciais na divisão de Vendas/Marketing. Também atuou nos escritórios regionais da montadora nas regiões
Nordeste (Recife-PE), Sudeste (Rio de Janeiro-RJ) e Sul (Porto Alegre-RS/Curitiba-PR).
Terá como missão gerenciar e administrar a aquisição da cooperativa de bens, comprometido com a transparência, segurança e modernidade na gestão, proporcionando a satisfação dos clientes, colaboradores e acionistas, e participando do desenvolvimento das comunidades atendidas, bem como de sua expansão mercadológica nos estados do Sul do país.
Ao longo dos últimos 38 anos de sua fundação, o Consórcio Spengler tem como objetivo o atendimento personalizado no segmento de Consórcio de Automóveis, Motocicletas, Eletrodomésticos e Imóveis. Seus diretores, Cláudio Spengler e Guido Halmenschlager, reforçam sua confiança no desenvolvimento de suas empresas com a contratação de Cláudio Roberto Ferst, e depositam uma expectativa e a certeza de que essa parceria trará excelentes resultados para o Grupo Spengler e, principalmente, aos atuais e futuros clientes.
Economia
Projete sua ascensão Financeira
Ter dinheiro, constituir patrimônio, projetar seu futuro financeiro. Cada vez mais isso se tornou uma necessidade das pessoas neste período de estabilidade da moeda. Dessa forma, é importante avaliar e estipular metas para a aplicação do dinheiro. Isso porque em cada fase da vida temos objetivos diferentes, que podem – e devem – ter um correspondente na forma como se trata a moeda. Na prática, significa que pessoas de 25 anos estão começando a construir seu patrimônio e podem arriscar mais, pois têm mais tempo para recuperar eventuais perdas. Já as de 60 não devem arriscar o que foi construído em muitos anos de trabalho. Há exceções, como jovens muito conservadores ou investidores mais maduros que gostam de se aventurar. Mas, em geral, se expõe mais quem está preocupado em ver seu patrimônio crescer e conta com o tempo a seu favor.
Longo prazo
No Brasil, com tantos anos de inflação, era difícil fazer planejamento de longo prazo. A preocupação era, antes de mais nada, conservar o patrimônio. Com a estabilidade, não há mais desculpas. Há cada vez mais investidores poupando em conformidade com algum objetivo. Uma vez por ano, pelo menos, cheque se as metas vêm cumprindo com o que você esperava e quais são os próximos planos da sua vida. Você tem que estar atento a isso, mesmo que não vá mudar nada.
Cronologia do investimento
25 a 35 anos - o começo do crescimento profissional
O que quer: comprar casa, carro, construir sua família, ter filhos
Como investir: esse é o momento de começar a fazer seu patrimônio crescer. Para isso, pode assumir riscos porque terá tempo para recuperar eventuais perdas
35 a 45 anos - a caminho do ápice da sua carreira
O que quer: aumentar ainda mais o seu patrimônio.
Como investir: continue investindo para crescer, mas já planeje a sua aposentadoria
45 a 55 anos - maturidade profissional
O que quer: invista nos filhos
Como investir: hora de ser mais conservador e se preocupar mais com a preservação do seu patrimônio
55 a 65 anos - próximo da aposentadoria
O que quer: desfrutar o que acumulou
Como investir: aposentadoria é a preocupação principal. Não use parte dos recursos para compra de imóveis ou carros. Como investidor, deve estar, mais do que nunca, preocupado com a preservação.
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